É convosco que eu partilho,
o nó do meu atilho,
na esperança premente,
de voltar a sentir
aquilo que já não se sente.
É convosco que eu conto,
na medida do possível,
para que na altura do desencontro,
a minha estima esteja acessível.
É convosco que eu estou,
em parte desesperado,
quando a alma me abandonou,
e eu já não consigo estar calado.
É convosco que consigo cantar,
afugentar tempestades e descaminhos,
ter forças para gritar,
e afastar os meus espinhos.
Francisco Mar/2011

Amigos é um presente da vida!!! Parabéns!
ResponderEliminarBjs na tua alma
Muito Obrigado Nanci.
ResponderEliminarUm bem haja aqui de Portugal e muito obrigado pela visita.